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Agosto, mês vocacional. Oremos por nossos vocacionados e por todos àqueles que assumiram sua vocação, seja na família, na vida religiosa ou sacerdotal.

A palavra “vocação” refere-se sempre ao ato de chamar, de escolha e de disposição para algo ou para alguma missão. Pelo Batismo, somos chamados a uma vida cristã como filhos e filhas de Deus.
 

Pelo Batismo, tanto o homem como a mulher, desde cedo, são chamados a uma vida em união com Cristo e sua Igreja. Por este sacramento, passamos a fazer parte do povo de Deus, inseridos na comunidade.

Por isso, quando ainda somos criança, pelo exemplo de nossos pais, iniciamos os primeiros passos na vida de fé e aprendemos as primeiras orações: o Pai Nosso, a Ave Maria e outras orações próprias da infância. Neste período, vamos aprendendo sobre Jesus, Maria, o Evangelho e, pela catequese de primeira eucaristia, continuamos a aprender mais e mais.
Até que quando jovenzinhos, no período de nossa adolescência, começamos a nos indagar sobre nossa vida. O que faço no mundo? Que rumo tomar na minha vida? Para que a resposta seja consciente é preciso aprofundar mais em Deus e na vida da comunidade. Assim, o jovem vai descobrindo aos poucos sua vocação cristã e, com ajuda da família, das amizades sinceras, do convívio na comunidade, sua vocação vai aflorando, vai se firmando.
Já um pouco mais maduros na caminhada cristã, homem e mulher podem optar por um envolvimento amoroso, chegando ao casamento ou escolher outros caminhos: a vida de padre, de irmã religiosa ou leigo solteiro.
Pelo Batismo, todos somos chamados à uma vida cristã profundamente comprometida com a causa de Cristo e sua Igreja. Deus nos chama, nos convoca, nos incita a viver uma vida engajada na construção do seu Reino.
 

Há uma só vocação, que vem de Cristo: a vocação à santidade.
Jesus convida a segui-lo, cada um da própria situação em que se encontra. Vinde comigo (Mc 1,17). Pede confiança Nele (Mc 2,14). Confiança plena em sua pessoa e não a uma causa. A resposta obediente pode ser vivida deixando lugar de trabalho, de status, a casa, a família. Não se trata só de adesão interna, mas de unir-se a Jesus em seu projeto de vida. Ele chama Doze para estarem com Ele e para enviá-los a pregar o seu Evangelho. O centro da eleição é para que estivessem com Ele. Não é pura adesão intelectual, mas adesão ao seu modo de viver. Os discípulos prolongam a presença e a obra de Jesus.
 

Deus chama através de pessoas, acontecimentos, situações de sofrimento, da oração, de diferentes modos. Não se trata de uma nova vocação, mas a vivência da vocação batismal de maneiras diferentes.  O chamado é que é algo original.

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